Um Plebeu Apaixonado
Hoje me disseram que um pobre homem não nobre, sem refinamento, vulgar, prosaico, popular, comum não tem o direito de amar.
Este direito foi permitido somente para os chefes de Estados, investidos de realeza; príncipe de um reino ou monarca soberano.
Não nascie rei, sou apenas um tolo plebeu apaixonado.
Tenho que esquecer que este direito me foi negado e me calar.
Romance, amor, paixão só em contos de fadas para um plebeu só tristeza.
Devo ignorar, não chorar, não desejar, não se apaixonar. Infelizmente me disseram que um pobre não pode amar.
Felizmente esquecerram de cecnsura meus sonhos, por isso vou sonhar um sonho dentro de outro sonho.
Vou sonhar que eu posso. Neste sonho sendo pobre ou sendo nobre, vou sonhar que amo e sou amado.
Vou sonhar sendo rei ou sendo plebeu, o que me importar é poder amar.
Neste sonho a felicidade e o amor sou eu que componho.
Vou amar em demasia, vou buscar a felicidade não importando de me sentir culpado.
Sendo eu o dono dos meus sonhos, serei rei plebeu, amarei e serei amado.
Nos meus sonhos vou morrer de amar.
Não entre nos meus sonhos para me censurar.
A verdade pode até machucar, Mas a dor logo passa. O silêncio é cruel. Permanece machucando e a ferida não cicatriza.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
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Seja Bem Vindo!
Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.
Martin Luther King
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