Páginas

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Morto Vivo

Na noite escura e chuvosa,
As estrelas não brilham e a lua se esconde.
Eu estou tão sozinho,
Um tédio tenebrroso,
Acomete o meu ser.
O desejo louco de exorcisar a vida,
Uma inquietude dilacerara a noite,
Ofegante o desejo da morte,
Arrepia a minha alma.
Triste noite chuvosa,
Nem o calor do fogão a lenha,
Arquece minha solidão.
Apaixonado, apaixonante guereiro,
Que ninguém mais lembra.
Queria voltar ao ventre...
Ventre que me acolheu,
Aconchegante e querido.
Expulsado para vida,
Vida que me desprezou.
Hoje na grandeza da minha dor,
Vivo sem você,
Morto!
Vivo sem amor.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

lusões




Há algum tempo,
Que já nem sei se vivo.
Não sei o que há comigo.
Quando o vento sopra,
Vivo momentos de extrema felicidade,
Porém, quando o vento passa,
Mergulho num buraco negro de melancolia.
Fazia tempo que eu não sofria tanto.
Hoje já nem sei se vivo,
Por muitas vezes tenho vontade de desistir,
Mas logo o vento volta a soprar...
E recarregam as minhas ilusões.
O suplício é,
Que tem dias que o vento não sopra...

Fugindo pra não mais Chorar

Foi delírio te querer.
Obstinado!
Feito o vento que leva e se deixa levar,
Tornei-me um cego.
O fogo dos teus lindos olhos,
Detonou em mim,
Uma paixão sem controle.
A boca nua e carnuda,
Sedenta de um beijo.,
Juntou-se ao teu lindo sorriso,
E eu te amei desde o princípio,
Um amor exagerado.
É dificil não se render
A uma linda mulher,
Vibrante, radiante,
Você iluminou a minha vida.
É chegado o fim de um sonho,
Apenas uma sombra,
Tudo que resta de um encanto.
Vou te negar,
Te afirmando em meus sonhos.
Um sonho sonhado a sós.
Haverá hora,
Que te lembrarei pouco,
Haverá dias,
Que de te não lembrarei.
Mas durante o resto da minha vida,
Tu virás no perfume...
Numa canção...
Num sorriso...
Num momento que foi só nosso...
Você sempre fará parte da minha vida,
Não consiguirei te esquecer,
Mesmo tendo que te deixar,
Ficarão os lindos momentos...

Um beijo é Conquistado




Dê-me um beijo,
Um beijo não se pede,
Um beijo se conquista.
Quem pede um beijo,
Não compreende o significado,
De uma conquista.
Um beijo,
Pode ser roubado,
Levando imediatamente a paixão,
Porém um beijo não se pede,
um beijo se conquista.
Quem pede um beijo,
Tem medo, esta confuso,
Vive o mais demente desejo.
Porém quem pede um beijo,
De imediato deseja uma boca...
E oferta um coração.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Teus Peitos

Os meus olhos encontraram-se com os teus,
Embriagaram-se com os teus lábios,
E sentiram sede da tua boca.
A minha busca desceu até o o teu decote,
E confortou-se com a visão maravilhosa do pecado,
Que como saltando nus para o mundo,
Lembram, que por trás do pecado se esconde a beleza.
Tanta beleza, representada em teus peitos;
São dois belos poemas que se completam,
A cor morena realça as duas obras de arte,
Arte do amor, arte da criação divina.
São belos os teus peitos!
O que que o criador pensou,
Quando estava criando-os?
Enganou-se se os fez simplesmente,
como fonte de alimento materno.
Teus peitos te fizeram mulher,
Os mesmo transformaram meninos em homens.
E as mulheres?
Coitadas!
As mulheres te inverjam.

A Tua Boca

Amaheci feliz.
Na minha boca,
Resisti o gosto da felicidade.
O encontro da realização,
Da minha boca com a tua boca.
O beijo sonhado,
O desejo realizado.
A libertação de uma alma,
Aprisionada por um desejo.
O desejo de um beijo.
O teu beijo!
A tua boca!
A boca beijada!
A boca sonhada!
A boca desejada!
A boca amada!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Infinito Desejo

Descerei ao finito,
Do infinito das minhas ilusões.
E retonarei a realidade,
O escalada será ardua.
Apagarei cada rastro teu.
O caminho da volta,
Será espinhoso,
Tropeçarei em cada rastro,
Abrindo as fereidas.
Talvez um dia qualquer,
Eu retorne a realidade sarado,
Mas no momento,
As feridas estão sangrando.

Seja Bem Vindo!

Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.

Martin Luther King

Arquivo do blog